Servidor ou Desktop?

Trago hoje um texto que aborda um assunto bastante interessante para quem atua ou deseja atuar na área de infraestrutura de TI: existe diferença entre um servidor e um PC comum atuando no papel de servidor?

A pergunta torna-se bastante pertinente se levarmos em consideração que a grande maioria das pequenas e médias empresas adota desktops para atuarem no papel de principais computadores da empresa, servindo outras máquinas de rede para acesso à base de dados de ERPs, para emissão de NFs, como servidor de arquivos e etc.

Se tratando de uma máquina que responde por quesitos críticos (tais como os citados acima), seria mesmo correto utilizar um desktop no lugar de um servidor?

Minha resposta é não! Vejamos o porque…

A primeira vista, um desktop e um servidor equiparam-se, visto que atualmente desktops já saem de fábrica com grande poder de processamento e armazenamento. No entanto, existem diferenças que realmente fazem a diferença..

Servidor Dell PowerEdge T430 Torre com painel lateral removido para mostrar os componentes internos.

A principal questão aqui é que computadores desktop não são projetados para o uso contínuo, ou seja, não estão preparados para suportar grandes cargas de trabalho com rapidez e eficiência muito menos suportar expansão ou substituição de hardware sem a necessidade de paradas ao contrário de um servidor que é projetado levando em consideração estas necessidades fundamentais.

Em servidores são utilizados componentes e placas mais robustas, sistemas de redundância (discos, alimentação de energia, coolers e outros), sistemas de refrigeração mais elaborados, recursos avançados de gerenciamento, possibilidade de substituição e expansão de hardware sem a necessidade de paradas (Hot swap), além de suporte diferenciado que é oferecido pela maioria das grandes empresas do ramo. Tudo isso para garantir a disponibilidade e confiabilidade na entrega de serviços e continuidade dos negócios.

 

Dor de cabeça na escolha incorreta.

O grande motivo que leva PMEs para a adoção de desktops como servidores é simples: O CUSTO! Na hora da aprovação de uma proposta, na grande maioria das vezes, a avaliação é feita exclusivamente pensando em valores, deixando de lado requisitos técnicos importantes para um ambiente de TI saudável.

Vamos imaginar o seguinte cenário:

Temos uma empresa de médio porte que, além das suas rotinas diárias, está em dias de fechamento de folha e emissão de relatórios. Vamos supor que esta empresa adotou como servidor um PC que acabou sobressalente e que por acaso este veio a queimar a fonte em um dia de grande carga de trabalho. Uma fonte de alimentação queimada, em um computador comum, é sinônimo de equipamento parado, ou seja, prejuízo na certa levando em consideração que a empresa deixaria de rodar tudo que estava fazendo por X horas até a substituição da mesma. 

E agora, será que vale a pena economizar na aquisição e deixar uma empresa parada por um problema tão banal?

Bom, agora que você já sabe o que argumentar com seu chefe na hora de optar por um servidor ou desktop, apresente pra ele o servidor HP Proliant Microserver que faz parte da linha de servidores Proliant da HP espeífico para pequenas e médias empresas. Além de robusto para suprir as necessidades de PMEs, o HP Proliant Microserver tem um custo acessível, o que aumenta as chances de seu chefe se agradar e de você não ter tantos problemas no futuro. 🙂

Ah, antes que alguém deixe algum comentário revoltado: eu não condeno totalmente a utilização de desktop como servidor, desde que os processos envolvidos não sejam de nível crítico, ou seja, que não tragam problemas/prejuízos em caso de parada total do equipamento!

https://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-a-diferenca-entre-um-servidor-e-um-desktop/
Redação PTI

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